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Por causa da pandemia o Grupo Campari está comprometido em transformar sua casa em um verdadeiro bar. A Negroni Week vai enviar por delivery kits com diferentes versões do coquetel homônimo criadas por bartenders renomados

Para ajudar o Brasil (e o mundo) a passar pela pandemia em casa a família Campari está promovendo a Negroni Week. O objetivo da ação é apoiar o negócio de clientes através das marcas que fazem parte do grupo.

Desde o início da pandemia está mais comum pedirmos coisas via delivery e por que não fazer a mesma coisa com os drinks que você ama? O evento está na oitava edição, mas esse ano leva o drink direto de bares badalados como Caulí, Astor, Sylvester, Balaio IMS e Fortunato direto para sua casa.

Como funciona

A Negroni Week faz com que o kit com tudo que você precisa para preparar o coquetel seja entregue direto do seu bar favorito para sua casa. É um evento clássico com um novo formato 100% digital.

A ideia tem dois objetivos principais: em primeiro lugar, ajudar a combater a propagação do vírus de forma global fazendo com que você não saia de casa para curtir aquele drink que tanto gosta. Em segundo, ajudar bares e comércios parceiros da marca a levantarem seus negócios e continuarem tendo renda suficiente.

Então, se você está com saudades do seu Negroni ou Old Fashioned favorito, ou quer encontrar seu Aperol Spritz, o bar que você gosta pode fazer esse favor e entregar para você. O valor dos kits varia entre R$ 90 e R$ 130.

Ao todo são doze mil cidades de todo o mundo participando da Negroni Week. No Rio de Janeiro participam bares como Coltivi, Explorer, Quartinho, Mamma Jamma, Casa Folha e Brewteco. Já em São Paulo, por exemplo, 38 bares montam suas caixas, que vão com um drinque que segue a receita clássica do coquetel italiano (com Campari, gin e vermute) e duas criações da casa, além de copo, máscara e descansa copo de couro. Mas, além disso, outros bares promovem versões com vermute de jasmim ou gin envelhecido em barril de Amburana ou, até mesmo, com vermute infusionado a frio com as cascas do limão. O evento acontece dos dias 14 a 20 de setembro. Veja a lista completa dos bares participantes no site.

Comemorado dia 13 de setembro, o dia da cachaça tem muito mais que um sabor genuíno brasileiro. Conheça mais sobre a história da nossa querida e tradicional pinga

Você pode escolher: pura, com gelo ou misturada com frutas e outras bebidas. A verdade é que a cachaça é uma bebida híbrida e conquista a todos. Mas você sabia que ela também tem muita história e carrega uma bagagem cultural lotada? 

Provavelmente você já sabe que a cachaça é produzida da cana-de-açúcar. E apesar do produto ter sido trazido pelos colonizadores portugueses, ela não só se firmou muito bem em solo brasileiro como também se tornou uma das principais fontes de renda no país. Mas como ela nasceu de fato? 

Produção da cachaça

Resumindo ela nasceu porque os escravos não podiam se dar ao luxo de perder nenhuma parte da planta. Mas oficialmente o líquido é obtido da fermentação e destilação do caldo de cana. Na primeira fase as leveduras convertem o açúcar da garapa em álcool. O resultado é um vinho que passa a ser, na segunda fase, aquecido em alambiques para finalmente transformar-se em cachaça. 

Depois disso, o álcool evapora e se condensa ao passar por uma serpentina. A primeira parte do líquido que pinga deve ser descartada. É daí inclusive que vem o apelido de “pinga”. O que sobra é chamado então de “coração da cachaça”. Essa é a parte que determina o teor alcoólico que a bebida vai ter. Em suma, a cachaça pode ser engarrafada imediatamente ou envelhecer por anos em barris.

Assim como na fabricação do vinho muitos fatores determinam a qualidade final da cachaça. Alguns exemplos disso são os fatores climáticos e até as condições do solo em que a cana foi plantada. No caso das aguardentes envelhecidas, o produto final depende do tempo de repouso e do tipo de madeira do barril (o mais comum é o carvalho).

Revolta da cachaça

No início os portugueses alegavam que a criação era deles já que a cana veio de lá. Mas, alguns anos depois, aconteceu uma revolução chamada de “Revolta da Cachaça”. Esse foi o marco. Realizada pelos brasileiros em 13 de setembro de 1661, está aí a origem da data de “aniversário” da cachaça, a bebida foi oficialmente liberada para ser produzida e comercializada livremente no Brasil. A fama veio mesmo no século XXI, mas precisamente em 1922, na Semana de Arte Moderna de São Paulo. Em primeiro lugar porque grandes artistas enalteceram a bebida como um grande ícone da brasilidade. Em segundo lugar, afirma-se que todo grande artista bebia uma dose antes de criar suas obras. Nós é que não duvidamos. Depois disso, a fama se espalhou e com conquistou a todos. 

Em 2009 o Instituto Brasileiro de Cachaça (Ibrac) estabeleceu esta data pela valorização da bebida brasileira. E a verdade é que não importa a forma que você vai consumir, mas o prazer que vai sentir. 

Aproveite o dia oficial da cachaça, escolha sua versão favorita e deguste da melhor forma possível.

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